Partes do meu mundo

Encontrar em Horas Mágicas

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Princípios Básicos para Fazer Cupcakes: Recheando Cupcakes

Normalmente os cupcakes são sem recheio, mas isso não impede que você deixe eles ainda mais cheios de sabor. As duas técnicas mais comuns de rechear os cupcakes são as seguintes:

Técnica 01: Cortando o cupcake

Corte o centro do cupcake, fazendo um círculo, com a ajuda de uma faca pequena. 
O macete é inclinar a faca, para que a parte cortada saia no formato de um cone. 
Com esse cone tirado do cupcake, corte a parte de baixo, para que após seja colocado o recheio, você consiga fechar o espaço com a tampinha do cone.
Coloque o recheio com a ajuda de um saco de confeiteiro e feche com a tampinha retirada.
Técnica 02: Recheando com bico de confeiteiro

Essa técnica é um pouco mais fácil e você consegue trabalhar com mais agilidade. Use um saco de confeiteiro com um bico tipo perlé com a abertura de tamanho médio. Coloque o recheio no saco, insira o bico no centro do cupcake e faça pressão para encher de recheio. 
Conforme for enchendo de recheio, vá tirando o bico, mantendo a pressão para que o espaço ocupado pelo bico vá se completando de recheio.
Retirado de: barradoce.com.br

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Princípios Básicos para Fazer Cupcakes: Congelar Cupcakes


É possível????? Eu adorei a idéia, que encontrei no blog barra doce

Algumas dicas de como podemos congelar tanto o cupcake já assado quanto a massa:
Cupcake já assado: Assim que os cupcakes já estiverem assados e esfriado você pode embrulhar os bolinhos individualmente ou de 2 em 2, sempre sem cobertura ou decoração, cobrindo primeiro com papel manteiga ou filme plástico e depois por cima com papel alumínio. Assim eles podem ficar congelado por 3 meses. Para descongelar, o ideal é ter uma grade de confeiteiro, colocando os bolinhos desembrulhados em cima. A grade vai auxiliar no descongelamento integral dos cupcakes, deixando ele respirar até que atinja a temperatura ambiente, pronto para decorar e comer. Este processo de descongelamento levará cerca de 2 horas.

 
Massa de cupcake: Prepare a massa do cupcake e assim que estiver pronto, você pode armazenar em um tijela plástica que fique hermeticamente fechada ou se preferir prepare uma forma para cupcake, untada ou com as forminhas de papel, despeje 2/3 de massa e leve a forma descoberta ao congelador para endurecer a massa, assim que ela estiver dura, embrulhe a forma com filme plástico e papel alumínio ou as forminhas com massa com filme plástico/papel manteiga e papel alumínio por cima. Para descongelar, deixe sobre uma grade de confeiteiro por de 2 a 3 horas até que a massa atinja a temperatura ambiente. Depois é só assar. Atenção: Se você congelou a massa somente dentro da forminha de papel, é necessário colocar na forma de alumínio para cupcakes para assar.
 Crédito da imagem: Family Fun

domingo, 19 de setembro de 2010

Mais momentos deliciosos...

Tenho um prazer imenso em falar sobre os momentos que passo no sítio, quando consigo me concentrar e sentar na cozinha pra conversar, fazer uma receitinha gostosa com minha irmã.... Familia italiana/portuguesa....humores fortes, sentimentos, lembranças à flor da pele. Mas quem não gosta disso? 

E pro café, como sempre, tem que ter uma coisinha gostosa....que dessa vez foi idéia da Jaque (minha irmã), e lá vai a receita

Bolo da Fazenda de Sinhá
Rende 10 porções
Ingredientes:
2 xicaras de açúcar
1/3 xícara de manteiga em temperatura ambiente
4 ovos
1 xícara de côco fresco ralado
2 copos de iogurte natural (pulo do gato: pode substituir por 1e1/2 copo de leite!!)
2 xícaras de fubá
1 xícara de farinha de trigo peneirada
1 colher de sopa de fermento em pó
1 xícara de goiabada picada em cubos
1 colher de chá de canela em pó

Preparo:
Bata bem o açúcar com a manteiga até obter um creme. Adicione os ovos, um a um, batendo bem após cada adição.
 

 Tire da batedeira, acrescente o côco ralado e o iogurte, e misture com uma espátula.
Aos poucos, junte a farinha e o fubá, misturando com a farinha e o fermento sempre mexendo até ficar tudo incorporado.
 Por último, adicione a goiabada polvilhada com a farinha de trigo.
Coloque a massa em uma fôrma de 22 cm de diâmetro untada e polvilhada com farinha de trigo e canela. Asse em fôrno (a 180°) pré aquecido por 40 a 50 min. 

Pra terminar essa delícia, a Jaque ainda teve a idéia de fazer uma calda de goiabada.....hum....gente, imaginem um bolo delicioso com geléia por cima....

Calda:
1 xícara degoiabada em cubos
2 colheres de açúcar
1 xícara de água
Leve ao fogo mexendo sempre até borbulhar e os cubinhos de goiabada derreterem. Retire quando estiver uma calda parecida com uma geléia líquida.

Essa parte é a que eu mais gosto...decorar...rsrs

 Ficou muuuuito bom.....até a próxima receita!!!!

sábado, 18 de setembro de 2010

Não percam!!!

Gente, não percam o sorteio no blog Sei lá, Muitas Coisas...

olha issoooooo....apaixonei

 
Essas imagens são meramente ilustrativas, o ganhador poderá escolher as estampas e cores que melhor combinar com a sua decoração!! 
 
Participem deixando um comentário NESTE POST, com seu NOME COMPLETO, e-mail e Cidade.Inscrevam-se até o dia 24/Set/2010.
Boa sorte!!!

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Para quem gosta de leite...

Para os amantes de um belo copo de leite, nada como ter uma vaquinha como esta semprepor perto na cozinha!!!
 

E por falar em vaquinhas...

Marileny Pido
Marileny Pido

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

Cantinhos

Lindos cantinhos para decorar cestas de quitutes quentinhos!!! Hum....

Esse é muito lindo!!!
Alguns não estão muito nítidos, mas não os encontro para escanear novamente....Se alguém tiver essa revista, entre em contato, por favor!!

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

terça-feira, 14 de setembro de 2010

ÁGAPE

Alguma vez você já se sentiu fraco? Desanimado?

Com a impressão que seus problemas não tem solução?

Com a sensação de estar sozinho e de não ter ninguém olhando por você?

Saiba que você está enganado.


Jesus sempre está olhando por nós, assim como entregou sua vida para nos salvar, na sua infinita misericórdia,

Ele nos entrega seu amor incondicional, o Ágape.

Quando aquele pensamento de tristeza e vazio passar pela sua cabeça, leia o Ágape.

O Ágape nos mostra como é interminável o amor de Jesus, nos traz uma incrível renovação nas forças e nos mostra


que a esperança está sempre presente em nossas vidas.


Então, não deixe de ler mais esta obra que foi criada para Honra e Glória de Deus!
Presenteie seus amigos com esta obra abençoada, é mais uma oportunidade de estarmos evangelizando e espalhando
a mais pura forma do amor de Jesus, o Ágape!



Lembrando:
Toda renda será revertida para o término da construção do novo Santuário Mãe de Deus.

Gatinho Russo

Esse gatinho fica muito fofo

domingo, 12 de setembro de 2010

American Houses

Essas casinhas são apaixonantes!!

Aprender sem pressão

Adoro o que Marcelo Tas escreve. É o que a gente pensa, mas não se dá conta...
Qual a coisa mais difícil que você já teve de aprender: raiz quadrada, andar de bicicleta, nadar, escrever ou esperar a sua vez de falar? Aprender é difícil. Ou, parece difícil. A gente nasce sem noção, nome ou idioma. Gastamos, em média, os primeiros 25 anos da vida para aprender uma profissão. Por outro lado, poucas horas depois do parto, sem aula de comunicação ou semiótica, já aprendemos que o choro é o atalho mais eficiente até o peito da mãe para matar a fome.
Pensando bem, aprender, pelo menos no início da vida, parece fácil. Observe o número de coisas que a gente aprende entre 0 e 3 anos de idade: sugar, andar, falar uma língua, comer sozinho, desenhar, cantar, se defender da mordida dos amiguinhos do jardim da infância… Isso, é claro, para não entrar nos casos, cada vez mais frequentes, de pirralhos que jogam games e escolhem seus vídeos preferidos no YouTube.
Navego por esses pensamentos numa pracinha de São Paulo. Estou impactado pela evolução da performance dos meus filhos menores no balanço. Há mais de ano me aplico com afinco na tarefa de ensiná-los a ganhar impulso no brinquedo sem precisar de eu ficar empurrando. Agora, justamente depois de um período longe da minha supervisão, sou surpreendido pela desenvoltura com que ambos aprenderam a ganhar velocidade, suingue e controle do aparelho com uma facilidade inexistente anteriormente sob meu treinamento. Eles percebem meu ar reflexivo:
– Pai, quer ver como a gente vai alto?, diz Clarice.
– É só esticar as pernas quando vai pra frente. E recolher quando vai para trás. É fácil, emenda Miguel.
– Quem ensinou?, pergunto enciumado.
– O Caio! Diz Miguel com entusiasmo, revelando a gratidão com o amigo da classe.
Fico diante da cena com um sentimento duplo. Feliz por vê-los brincando leves no ziguezague simples.E, confesso, um pouco frustrado com o fato de que, após mais de um ano de tentativas de treiná-los exatamente com a mesma técnica, eles só tenham tido o “clique” do aprendizado com outro professor, o Caio.
Faço um retrospecto de quantas vezes já tentei ensinar alguém a fazer algo que me parecia fácil, usando toda a minha energia, sem sucesso. Olho os dois trapezistas no balanço – Clarice se dá ao luxo de fechar os olhos por um longo tempo para experimentar a sensação de “estar voando”, segundo palavras dela – e imagino como deve ter sido divertida e eficiente a “aula” do professor Caio. Três almas livres, despreocupadas, brincando e aprendendo juntas os segredos da Física e da arte pendular do balanço, sem pressão por resultados, sem a responsabilidade de agradar ou preencher uma expectativa dos pais. Aos poucos, minha frustração foi se transformando num suave contentamento.
O drama de educar os seres humanos vem de longe. Tudo começou há milhares de anos, desde que deixamos de ser macacos, ou em 1770. A frase é do educador alemão Dieter Lenzen, se referindo ao ano da criação da primeira faculdade de Pedagogia da era moderna, em Halle, Alemanha. A palavra pedagogia tem origem no grego: paidós, criança; agogé, condução; direção ou educação de crianças. Naquela tarde na pracinha, eu aprendi uma Pedagogia muito especial: a do aprender brincando.

MARCELO TAS é jornalista e comunicador de TV. Tem três filhos: Luiza, 20 anos, Miguel, 8, e Clarice, 4. É âncora do “CQC” e autor do Blog do Tas. Aceita com gratidão críticas e sugestões sobre essa coluna no e-mail: crescer@marcelotas.com.br

sábado, 11 de setembro de 2010

....O meu menino que chovia...


 " O menino chovia. E não era chuva, chuvisco, chuvinha. Era chuva, trovão, trovoada. Por qualquer coisa, coisinha,o menino relampejava. A casa toda tremia, o chão até balançava, raios por toda a cozinha sempre que tinha salada. A empregada saía correndo, e a mãe também, chamuscada. E o menino chovendo, chovendo, pedindo macarronada. O pai imitava macaco, a mãe dançava na pia, tudo isso por medo da chuva, e pra ver se o menino comia. E todo dia era assim, uma chuva sem fim, chuvarada. Por qualquer coisa, coisinha...o menino relampejava. "
O Menino que Chovia (Ed. Companhia das Letrinhas), de Cláudio Thebas

Ao ler esse trecho no blog Mães Mothernas,  eu consegui visualizar meu filho, Theo, numa de suas crises de birra....tenho quase certeza de que mais essa fase vai passar, então haja paciência!!!rsrs. Durante essas ´´trovoadas´´, fico me perguntando ´´pra quê isso´´? E encontrei a resposta:


´´A birra acontece para a criança testar os nossos limites, expressar suas vontades e funciona até mesmo como um pedido de ajuda. Mas é inconsciente! É como se ela nos falasse: Ei, eu não sei lidar com essa frustração e explodi! Nos poucos minutos que duram o ataque, você entra em desespero. Não sabe o que fazer para controlar seu filho enquanto seu nervosismo chega à flor da pele. Lidar com esses escândalos, principalmente quando acontecem em público, é difícil mesmo, mas é bom pensar que essa é uma ótima oportunidade para educá-lo e para reverter a cena de forma que não volte a acontecer. Pelo menos enquanto durar a nossa esperança. “Educar é o desafio de toda uma vida, é cansativo, dá trabalho, mas traz recompensas maravilhosas. Para trilhar por esse caminho, o primeiro passo é manter a calma e não levar a provocação da criança para o pessoal, ou seja, se sentir desrespeitado, abusado, ou achar que seu filho está fazendo você de bobo. Não é por aí. Aquele ser tão pequenino não tem noção que mexeu com o seu orgulho ou que o desafiou. Não caia nessa!”
Silvana Rabello, psicóloga e professora da PUC (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo).

 Sempre fui a favor de uma educação com base no diálogo, olhando nos olhos da criança...mas agora percebo como é dificil...mas não podemos desistir. 

Uma questão de confiança 
Organizar a rotina, impor regras e colocar limites, além, claro, de fazê-los cumprir, é o segundo passo. E você vai precisar de muita energia para pôr em prática. Hoje, essa tarefa está ainda mais difícil porque vivemos com pressa, nem sempre temos tempo para acalmar as crianças naquele momento, como contar uma história ou fazer um cafuné antes de dormir... Por isso, antes de perder a paciência e concluir que, dessa vez, seu filho passou de todos os limites, é melhor analisar o seu próprio momento. Principalmente, quando o ataque histérico começa em plena quinta-feira à noite, logo após aquela reunião estressante que você teve durante o dia. Será que o seu limite para lidar com seu filho está mais curto do que aquele que você deu a ele? Nesse momento, sua tolerância pode estar menor e sua reação vai ser acompanhada de outros sentimentos: um cansaço extremo, a culpa por estar longe muito tempo ou até uma daquelas situações que tiram você do sério (uma conta do celular mais alta do que o esperado, o vizinho que arranhou seu carro, a chuva que pegou desprevenido...). Será que sua reação seria muito diferente caso a birra tivesse acontecido na tarde de um domingo de sol, por exemplo?
O seu limite pode causar confusão na cabeça da criança. Sabe quando ele parece ter decidido simplesmente não dormir naquela noite? Se para você a rotina é muito importante – e, sabemos, fundamental para ele acordar bem no dia seguinte – não dá para mudar as regras. Ele pensa: mas se até ontem não podia, por que hoje tudo bem ficar acordado até a hora que quiser? Claro que se o pedido for inofensivo, como jantar uma vez em frente à TV, tudo bem. Afinal, esse aí faz parte da lista do de-vez-em-quando-pode, também saudável para vivermos bem. “Até mesmo a flexibilidade é algo a se aprender com o tempo”, diz a psicóloga infantil Simone Savaya. E nada melhor do que aproveitar momentos como esses para ensinar isso.
Regras e limites são a base da confiança na relação entre filhos e pais. Apesar da tentação, não é mesmo fazendo tudo o que a criança quer que a fará feliz. É uma questão de afeto. Vamos colocando os parâmetros para que, um dia, ele pare e pense: “Bem, se a minha mãe está falando ‘não’, deve ser por um bom motivo”. Mesmo que ele primeiro reaja mal, vai chegar a essa conclusão e, o melhor: entender sempre que você está lá para ampará-lo, não importa a situação. Hoje você evita que ele caia da escada; amanhã, que ele se envolva numa briga na hora do recreio... 

O peso certo
Enquanto essas preocupações mais complexas ainda não chegaram, o melhor a fazer é entender que essa fase vai acontecer – e vai passar. Da sua parte, cabe a tarefa de educar a forma mais eficiente e bem-humorada possível. Por isso, da próxima vez que você ouvir aquele pedido: “Mãe, posso comer um biscoito?”, meia hora antes do almoço, você vai dizer que não e esperar a tempestade chegar. Pode ser que ela não venha se surgir a proposta de uma brincadeira ou um pedido de ajuda para colocar a toalha na mesa ou apertar a massinha da torta. Mas se acontecer, abaixe-se na altura do seu filho e pergunte se ele quer brincar de imitar, por exemplo, um sapo! Pelo menos, foi dessa forma que o avô do Menino que Chovia, livro que abriu esta reportagem, acabou com a sua tempestade. Se não for sapo, que seja pinguim, borboleta, cachorro, mas que divirta e faça da birra em vez de um drama, um momento especial entre você e seu filho. Experimente!


Dentre as várias técnicas que já usamos para ´´escapar´´ das birras dele, estão:

  • Mudar de assunto: Quase sempre resolve, o pior é quando não aparece um assunto que ele ache interessante...rsrs
  • Fingir que não é com a gente: Também tem resultado quase sempre garantido, o pior é quando ele insiste rsrs 
Mas dentre todas as técnicas mirabolantes de tentar driblar os ataques, a melhor com certeza é essa citada acima.... entender o ´´porquê´´, parar o que está fazendo e olhar para ele, é tudo que ele precisa, mas não sabe pedir ainda.....
vamos tentar!!! Sempre!!

Para Saber mais:
3 tipos de pais mais vulneráveis a ter filhos (bem) birrentos

Créditos: RevistaCrescer, Blog Mães Mothernas

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

Revistas Estrangeiras

Sou apaixonada pelo ponto cruz bem detalhado, cheio de degradês e formas perfeitas....Sempre procurei as revistas importadas que traziam Samplers tradicionais e vários quadros com motivos campestres....e encontrei!!! Também prefiro as revistas Manequim Ponto Cruz bem antigas, pois têm gráficos mais bonitos e me lembram a época em que aprendi a bordar. Algumas eu tenho, outras eu baixei. Coloquei abaixo os links para download das melhores destas revistas. No próximo sábado quero bordar pelomenos um deles!!
Baixar Strawberry ShortCake
Baixar Floral Fantasy DMC
Baixar Cross Stitch Crazy 65

Baixar Cross Stitch Crazy 44

Baixar CS Kitchen Towels


Baixar Cross Stitching February 2005
Baixar Snug as a Bug
Baixar Floral Alphabets

Baixar Cross Stitch Crazy nº 116


Baixar State Flower Borders
Baixar Cross Stitch Collection Nº90




Em breve colocarei mais links, uma ótima quinta!!
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Recent Visitors